É impressionante como o mundo dos quadrinhos tem a perder com o cinema.
Alan Moore - O homem repleto de idéias, o mais sacaneado roteirista dos quadrinhos... Monstro do Pântano, Constantine, A Liga Extraordinária, V de Vingança, Do Inferno, e deve ter mais uma porrada que eu não lembro. Mas em 2009 essa lista vai crescer: Watchmen está saindo.
Todos esses títulos se referem a filmes gerados a partir de roteiros de quadrinhos do Alan Moore.
Cada vez que ele, o homem, o mito, a lenda, escreveu alguma coisa para quadrinhos, uma legião estrangeira se mobilizava para as bancas para saborear as pérolas que se encontram em cada página. A linguagem é baseada muitas vezes na realidade das ações: grunhido é grunhido, por exemplo, e não um balãozinho "tenho que me recuperar..."
Sem mencionar que Moore sempre contava, especialmente, com o caráter humano para retratar os heróis. Em Watchmen, por exemplo, o grupo de super-heróis só tem dois personagens extraordinários. O público acostumado a ver supers em cada esquina demora pra se tocar, mas apenas dois personagens possuem superpoderes de verdade em toda a saga. O resto, como até mesmo um deles assume, é só "um bando de desocupados em roupas esquisitas".
O ponto é, ao ver a admirável Silk Spectre escapando de uma explosão, eu pude entender desde aqui, do trailer, que é só mais uma Liga Extraordinária (com tudo de ruim que veio disso, a se ver do filme...).
Depois eu tento continuar esse post, ainda temos Frank Miller pra comentar.
sexta-feira, julho 18, 2008
terça-feira, julho 08, 2008
Think Geek
Claro, funcionam muito melhor quando você não precisa de uma foto bonita e uma frase espertinha embaixo...
Mas não fique amuado pensando que a ThinkGeek só faz produtos pra sacanear os outros. Eles trabalham bem direitinho também,
Para mostrar que o pessoal não está (só) brincando, temos aqui esse acessório indispensável e único: um hub USB que também distribui fita adesiva!
Ou ainda, para todas as situações em que você precisar informar e aderir as informações básicas: Uma fita com um painel digital!
sexta-feira, julho 04, 2008
Microsoft libera sistema operacional para download
O Singularity foi desenvolvido do zero por um grupo de pesquisa da Microsoft, que começou a trabalhar nele em 2003. Como não havia a obrigação de o sistema ser compatível com o Windows, o grupo teve bastante liberdade para inovar. Foi escrito quase totalmente numa versão estendida da linguagem C#. A Microsoft diz que o objetivo do projeto é criar novas tecnologias em linguagens de programação, compiladores e ferramentas.
O projeto envolve, também, alguma experimentação com arquitetura. Quase todos os sistemas operacionais atuais - incluindo Linux, Unix, Mac OS e Windows - têm sua arquitetura básica derivada do Multics, criado nos anos 60. O Singularity segue um modelo diferente. Segundo a Microsoft, cada aplicativo, driver de dispositivo ou componente do sistema roda num processo isolado por software, ou SIP. O sistema não permite que os SIPs compartilhem memória ou modifiquem seu próprio código. A comunicação entre SIPs é feita por um sistema de mensagens. O resultado, ao menos na teoria, é uma plataforma mais robusta e segura que o Windows.
O pacote que está disponível para download desde março é o RDK, kit de desenvolvimento e pesquisa. Ele inclui código-fonte, material informativo e ferramentas de compilação e teste. Está liberado para uso educacional, não comercial. Naturalmente, o Singularity não tem utilidade prática no momento, já que não existem aplicativos para ele. Além disso, não há interface gráfica e o suporte a dispositivos de hardware é bastante restrito. O software serve basicamente para estudo e pesquisa. Mas é razoável supor que a Microsoft esteja usando essa plataforma para desenvolver e testar tecnologias que poderão estar em futuras versões do Windows.
O projeto envolve, também, alguma experimentação com arquitetura. Quase todos os sistemas operacionais atuais - incluindo Linux, Unix, Mac OS e Windows - têm sua arquitetura básica derivada do Multics, criado nos anos 60. O Singularity segue um modelo diferente. Segundo a Microsoft, cada aplicativo, driver de dispositivo ou componente do sistema roda num processo isolado por software, ou SIP. O sistema não permite que os SIPs compartilhem memória ou modifiquem seu próprio código. A comunicação entre SIPs é feita por um sistema de mensagens. O resultado, ao menos na teoria, é uma plataforma mais robusta e segura que o Windows.
O pacote que está disponível para download desde março é o RDK, kit de desenvolvimento e pesquisa. Ele inclui código-fonte, material informativo e ferramentas de compilação e teste. Está liberado para uso educacional, não comercial. Naturalmente, o Singularity não tem utilidade prática no momento, já que não existem aplicativos para ele. Além disso, não há interface gráfica e o suporte a dispositivos de hardware é bastante restrito. O software serve basicamente para estudo e pesquisa. Mas é razoável supor que a Microsoft esteja usando essa plataforma para desenvolver e testar tecnologias que poderão estar em futuras versões do Windows.
sábado, junho 21, 2008
Mitologia Moderna 1: verde-culpa
Olá, pouquíssimos leitores!
Hoje começarei meus teoremas a respeito da civilização dos nossos tempos.
O tema de hoje é a criatura feita de culpa; o Monstro Verde que assume diversos aspectos em vários universos. Curiosamente, todos aparecem em quadrinhos.
Os jogadores de World of Warcraft (eu também sou) vão se lembrar que existem algumas referências para essa criatura. Ela se move meio arrastando, meio sem rumo... como a própria culpa.
Quem lia os quadrinhos do Monstro do Pântano (lá fora, Swamp Thing) sabe como ele atacava... qualquer semente no mundo faria para ele um corpo novo, e todo o verde do mundo estava interligado. Houve mesmo uma fase em que ele viajou pelo espaço!
Tal e qual a nossa culpa... A vemos refletida no olhar do próximo, como se um sinal secreto e sub sensorial nos identificasse para o próximo culposo.
O monstro do pântano de Alan Moore tinha um Parlamento das árvores, um grupo muito parecido com os ents de Tolkien, que administrava a ele idéias e ensinamentos de quando em quando... e o próprio Parlamento era feito de almas mais velhas, que já haviam peregrinado pelo mundo, e uma vez cansadas, iam até lá para deixar o mundo viver.
O Parlamento mesmo parece com a Igreja Católica. Embora não haja um papa, diversos cardeais comungam as informações de seu arauto e o orientam, quando não o julgam.
O indivíduo que se torna o monstro do pântano é geralmente um homem culpado. Ele faltou, ele falhou, pecou em alguma coisa.
Caso você ache que a culpa sempre se arrasta... pense melhor.
Muitas pessoas (em especial, homens também) lidam com a culpa de maneira irracional. Ficam irados quando são apontados como faltosos. Ficam irados quando confundem seus sentimentos – veja meninos de classe média vs. moças jovens em pontos de ônibus, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Ou quando seus limitados intelectos são postos à prova, e eles são obrigados a confrontar a que a realidade infelizmente não obedece a dogmas de suas cabeças: o Flamengo nem sempre ganha, nem sempre só eles gostam da mesma mocinha, 3 gramas de cocaína não deixou ele tão forte assim, etc.
Como todos os meus outros posts, esse está sujeito a mudanças posteriores. Ainda mais que escrevi no meio de uma madrugada. Como quase todos os outros. Fiquem ligados para mais idéias sobre a mitologia moderna... No próximo pedaço, mortos-vivos. Eu acho.
quinta-feira, junho 19, 2008
Achmed, the movie
Confirmado: Arnold Schwarzenegger, meu xará, assinou o contrato para fazer o mais novo blockbuster! Achmed - the Terrorism is Dead, será gravado no deserto do Mojave. O contrato foi celebrado durante a recuperação do Governador do Futuro de uma cirurgia no fêmur, que se quebrou durante uma sessão de esqui.
Ele brincou com a situação, alegando que sua internação já o faz se sentir no papel de Achmed.
quarta-feira, junho 18, 2008
Estuda, desgraçado
Eu acredito que temos jeito, nós humanos e nós brasileiros principalmente.
Vamos acabar achando um jeitinho de acordar e assumir nosso papel de ponta como líderes mundiais.
Mas antes desse mundo idílico acontecer, o que pode ser daqui a quinze ou quinhentos anos, eu sugiro sempre a Habilitação de Paternidade® para tentar ajudar nos próximos passos. Além de outras coisinhas que nos fazem falta numa sociedade realmente produtiva.
Habilitação de Paternidade® - Todo humano do sexo masculino deveria passar por uma série de exames, como a Habilitação de Motorista, para poder continuar se relacionando. Os exames incluiriam a escolaridade do próprio sujeito, sua capacidade de obter provento, rudimentos de pedagogia e conhecimento de métodos contraceptivos e sexo seguro, entre outras coisinhas. A idéia é que no começo de toda relação a mulher peça essa Habilitação e confira se está sendo regularmente atualizada. O macho em condições de reprodução pagaria uma porcentagem do salário mensal (pequena, coisa de 5%) para a instituição que libera a habilitação e com isso asseguraria proventos para prováveis rebentos em caso de dificuldades súbitas (desemprego, doença, óbito...), liberando assim o provedor de pagar pensão.
Centros Recreativos - Além dos convencionais, temos que prover centros para fornecimentos de drogas recreativas. Encurtam a vida, e tal, mas a pessoa que realmente quiser viver esse estilo de vida precisa poder optar com segurança relativamente maior que a de hoje. E viver isolada. Aos que acham que oferecer uma vida de maior risco para a população é maligno da parte do Estado, eu lembro que a profissão de policial é muito mais prejudicial ao corpo, à mente ou à moral do profissional e dos que convivem ou são atendidos por ele do que isso.
Aguarde novas idéias em breve... aceito discussão sobre esses temas. Afinal, estamos na situação em que estamos por falta de debate.
O mais engraçado é que eu sempre começo um post pra falar de uma coisa, e outra vem na frente pra me enrolar. Ia comentar aqui que ainda me choca a atitude do Ministério da Educação com relação aos jovens que são educados pelos pais em casa. Os guris tem mais curriculo escolar que qualquer colégio, e o Ministério puxa uma lei nojenta das dobras fedorentas e impõe uma multa aos dois. E ameaça tirar a guarda das crianças!
Porque? Porque as crianças tem a obrigação de estudar em algum colégio. Os pais dessas crianças, segundo o entendimento de alguém que pensa com a concha de feijão, estão cometendo abandono intelectual.
Você mora num país assim, desgraçado leitor.
Vamos acabar achando um jeitinho de acordar e assumir nosso papel de ponta como líderes mundiais.
Mas antes desse mundo idílico acontecer, o que pode ser daqui a quinze ou quinhentos anos, eu sugiro sempre a Habilitação de Paternidade® para tentar ajudar nos próximos passos. Além de outras coisinhas que nos fazem falta numa sociedade realmente produtiva.
Habilitação de Paternidade® - Todo humano do sexo masculino deveria passar por uma série de exames, como a Habilitação de Motorista, para poder continuar se relacionando. Os exames incluiriam a escolaridade do próprio sujeito, sua capacidade de obter provento, rudimentos de pedagogia e conhecimento de métodos contraceptivos e sexo seguro, entre outras coisinhas. A idéia é que no começo de toda relação a mulher peça essa Habilitação e confira se está sendo regularmente atualizada. O macho em condições de reprodução pagaria uma porcentagem do salário mensal (pequena, coisa de 5%) para a instituição que libera a habilitação e com isso asseguraria proventos para prováveis rebentos em caso de dificuldades súbitas (desemprego, doença, óbito...), liberando assim o provedor de pagar pensão.
Centros Recreativos - Além dos convencionais, temos que prover centros para fornecimentos de drogas recreativas. Encurtam a vida, e tal, mas a pessoa que realmente quiser viver esse estilo de vida precisa poder optar com segurança relativamente maior que a de hoje. E viver isolada. Aos que acham que oferecer uma vida de maior risco para a população é maligno da parte do Estado, eu lembro que a profissão de policial é muito mais prejudicial ao corpo, à mente ou à moral do profissional e dos que convivem ou são atendidos por ele do que isso.
Aguarde novas idéias em breve... aceito discussão sobre esses temas. Afinal, estamos na situação em que estamos por falta de debate.
O mais engraçado é que eu sempre começo um post pra falar de uma coisa, e outra vem na frente pra me enrolar. Ia comentar aqui que ainda me choca a atitude do Ministério da Educação com relação aos jovens que são educados pelos pais em casa. Os guris tem mais curriculo escolar que qualquer colégio, e o Ministério puxa uma lei nojenta das dobras fedorentas e impõe uma multa aos dois. E ameaça tirar a guarda das crianças!
Porque? Porque as crianças tem a obrigação de estudar em algum colégio. Os pais dessas crianças, segundo o entendimento de alguém que pensa com a concha de feijão, estão cometendo abandono intelectual.
Você mora num país assim, desgraçado leitor.
sexta-feira, junho 13, 2008
Leila Lopes e os zumbis mecânicos
Ok. Eu não sei vocês, mas eu tinha tara na professorinha do Rei do Gado.
Eu sempre me liguei em estética. É de conhecimento até da Wikipedia que eu tenho dois Van Dammes no lugar dos deltóides. Mas quem diria, todo saradão desse jeito que eu sou, com meus pentíceps desenvolvidos, atores especialmente convidados para habitar meu abdome... Sinto às vezes uma certa falta do meu viço juvenil.
Mas se entupir de plástica... arrrh
quinta-feira, junho 12, 2008
Dia dos namorados
Um dia chatinho pacas quando a gente tá solteiro...
Pior, numa seca absurda.
Nem um cheirinho de menina, nem uma voz macia no telefone, nem nada.
Mas tudo bem, namorar é gastar dinheiro, então deixa que eu tô duro mesmo...
E tenho um plano.
Não posso me esquecer que tenho um plano ao qual me ater, e infelizmente, dadas as circunstâncias em que me coloquei por conta de loucuras no passado, o plano não me permite nem pequenos excessos. Tenho que aguentar sem choro.
Uma vez, eu ouvi um cara falando que uma relação tem 3 pedaços:
convivência, intimidade e contato físico.
Sinto falta dos três, claro, mas pro último tem solução... Já ouviu falar de casca de banana? Andei descobrindo cada maluquiiiice...
Bom, deixa, né? Você que tem a quem, faça o que puder. Boa sorte.
Pior, numa seca absurda.
Nem um cheirinho de menina, nem uma voz macia no telefone, nem nada.
Mas tudo bem, namorar é gastar dinheiro, então deixa que eu tô duro mesmo...
E tenho um plano.
Não posso me esquecer que tenho um plano ao qual me ater, e infelizmente, dadas as circunstâncias em que me coloquei por conta de loucuras no passado, o plano não me permite nem pequenos excessos. Tenho que aguentar sem choro.
Uma vez, eu ouvi um cara falando que uma relação tem 3 pedaços:
convivência, intimidade e contato físico.
Sinto falta dos três, claro, mas pro último tem solução... Já ouviu falar de casca de banana? Andei descobrindo cada maluquiiiice...
Bom, deixa, né? Você que tem a quem, faça o que puder. Boa sorte.
domingo, junho 08, 2008
Bat Ladder ®
Você precisa se precaver com os perigos do oceano. Se for perseguir um iate com tripulação cega e surda, em mar aberto, não esqueça de levar no seu helicóptero com piloto automático todos os equipamentos básicos de segurança.
quinta-feira, maio 29, 2008
E daí que foi meu sobrinho? A arte tá ÓTIMA!
Toda vez que algum imbecil decidiu ter um departamento de arte na firma...Ele tem que por um imbecil maior ainda para trabalhar lá.
Quando você se sentir um inadequado dentro da sua própia vida, pense nisso: a firma que faz o jogo GTA 4, por exemplo, adora modelos com seis dedos.
Existe um lugar para você, garoto. Tenha fé!
quarta-feira, maio 28, 2008
Museu manda 'matar' casaco feito de células-tronco vivas que estava exibindo
A arte é imortal, dizem os poetas. A menos que não seja.
Uma das partes mais estranhas na abertura de “Design e a Mente Elástica” (Design and the Elastic Mind), uma exibição bastante estranha no Museu de Arte Moderna de Nova York que explora o território onde o design encontra a ciência, era um casaco cuidadosamente feito de células-tronco de camundongos, vivas. O “couro sem vítimas” era mantido vivo em uma incubadora com nutrientes. Até recentemente, na verdade.
Paola Antonelli, curadora sênior do museu, teve de matar o casaco. “Estava crescendo demais”, disse ela em uma conferência em Belgrado, Sérvia. As células estavam se multiplicando tão rapidamente que a incubadora estava ficando entupida. Além disso, uma das mangas estava caindo. Então, depois de checar com os criadores do casaco, um grupo conhecido como SymbioticA, da Escola de Anatomia e Biologia Humana da Universidade da Austrália Ocidental em Perth, ela cortou o fornecimento de nutrientes para as células.
"Cruel"
Embora ela tenha dito, “Me senti cruel quando desliguei a alimentação,” Antonelli disse em uma entrevista mais recente que foi, essencialmente, uma decisão dolorida com um pouco de arrependimento. “Era a única peça viva da exibição,” ela disse. “Era realmente uma peça espantosa.”
Oron Catts, diretor da SymbioticA, disse em uma entrevista por e-mail que ele “gostou particularmente do que ocorreu no MoMA”, com sua sensibilidade levemente Frankeinsteiniana da “vida crescendo fora de controle”. A necessidade de fechar a exposição combinou com a meta do grupo de “apresentar o fim de nossos trabalhos de uma maneira que lembre as pessoas que esses trabalhos estão/estavam vivos e que temos uma responsabilidade em relação aos sistemas vivos que nos engajamos em manipular”, escreveu.
Além disso, ele acrescentou, “a peça conseguiu recuperar parte de sua ironia que se perdeu” ao ser colocada num contexto que ele caracterizou como sendo um “show otimista de design”.
Uma das partes mais estranhas na abertura de “Design e a Mente Elástica” (Design and the Elastic Mind), uma exibição bastante estranha no Museu de Arte Moderna de Nova York que explora o território onde o design encontra a ciência, era um casaco cuidadosamente feito de células-tronco de camundongos, vivas. O “couro sem vítimas” era mantido vivo em uma incubadora com nutrientes. Até recentemente, na verdade.
Paola Antonelli, curadora sênior do museu, teve de matar o casaco. “Estava crescendo demais”, disse ela em uma conferência em Belgrado, Sérvia. As células estavam se multiplicando tão rapidamente que a incubadora estava ficando entupida. Além disso, uma das mangas estava caindo. Então, depois de checar com os criadores do casaco, um grupo conhecido como SymbioticA, da Escola de Anatomia e Biologia Humana da Universidade da Austrália Ocidental em Perth, ela cortou o fornecimento de nutrientes para as células.
"Cruel"
Embora ela tenha dito, “Me senti cruel quando desliguei a alimentação,” Antonelli disse em uma entrevista mais recente que foi, essencialmente, uma decisão dolorida com um pouco de arrependimento. “Era a única peça viva da exibição,” ela disse. “Era realmente uma peça espantosa.”
Oron Catts, diretor da SymbioticA, disse em uma entrevista por e-mail que ele “gostou particularmente do que ocorreu no MoMA”, com sua sensibilidade levemente Frankeinsteiniana da “vida crescendo fora de controle”. A necessidade de fechar a exposição combinou com a meta do grupo de “apresentar o fim de nossos trabalhos de uma maneira que lembre as pessoas que esses trabalhos estão/estavam vivos e que temos uma responsabilidade em relação aos sistemas vivos que nos engajamos em manipular”, escreveu.
Além disso, ele acrescentou, “a peça conseguiu recuperar parte de sua ironia que se perdeu” ao ser colocada num contexto que ele caracterizou como sendo um “show otimista de design”.
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Atualização
Na última vez que escrevi neste blog, estava me despedindo de Denise. Uma vida inteira pensando se poderíamos ficar juntos, e o tempo que t...
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A Anne Rice compartilhou esta matéria pelo Facebook, e decidi traduzir. Notem que não sou tradutor profissional, estou apenas oferecendo o...
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