terça-feira, agosto 04, 2009

Procurando fôrmas para príncipe

Dentro de um atendente, também pulsa um cérebro de cientista louco. Este cérebro já está com várias trilhas para percorrer, mas nunca falta espaço para mais uma. Ainda mais quando uma das minhas linhas de raciocínio é justamente sintetizar a mulher, e a outra que me aparece é... sintetizar um homem!
Vamos ser claros aqui. A semântica pode nos pregar peças.
A mulher que eu estou sintetizando reúne apenas alguns atributos físicos e algumas expressões corporais, tudo muito específico e entremeado de minhas próprias concepções do tema. É um projeto de fundamentação formada.
Mas a idéia de sintetizar o homem me pareceu abrangente demais. Ainda por que quem precisa decidir o que é importante num homem são as mulheres, definidas por elas mesmas como as rainhas da Decisão Definitiva (ô...).
Então, sem enrolações, preciso de apoio nessa pesquisa, e formulo aqui uma pergunta de duas etapas:
  1. Qual o seu homem ideal?
  2. PARA QUÊ você precisa dele?
É pra responder, tá?

domingo, agosto 02, 2009

Para novos problemas, novas alianças...

Ainda no esforço de nos livrarmos da maldita flag de "Site perigoso", gentilmente concedida pelo Google, fizemos cadastro em algumas ferramentas que analisam sites na nossa situação.
É muito, mas muito ruim ficar impedido de oferecer nosso conteúdo na web, mas é compreensível que o Google esteja assumindo mais uma vez sua roupagem super-heróica para derrubar novas categorias de ameaças que a globalização traz nesse passo da história da humanidade. Um antivírus é tão eficaz nesse tipo de situação quanto um estilingue é capaz de parar um trem.
Então, estamos aqui tentando com nossos novos parceiros, e aqui os listo, até para não me perder.
http://www.siteadvisor.com/
https://safeweb.norton.com/
http://www.unmaskparasites.com/
http://badwarebusters.org/
http://www.compete.com/

E a vida continua...

Uma semana resolvendo malware no Direnna.com, e ainda não temos uma posição correta sobre quando o problema vai ser resolvido. Uma semana olhando de cima a baixo, confirmando que a vida de webmaster é uma eterna descoberta.

sexta-feira, julho 10, 2009

It's me

Acordei quando ela fechou a porta do quarto. Usava um daqueles vestidos de baile de sempre, parece que a vida dela é uma contínua festa de quinze anos. Levantei, coloquei a camisa e meu macacão de sempre, e o boné. Passei rapidamente no banheiro da suíte, escovei os dentes rapidamente, a barba poderia esperar. O bigode estava ótimo em duas passadas de mão.
O rosto eu já nem olho mais. Travado naquela expressão de animado, os cirurgiões nunca se esforçaram para me dar controle das expressões de novo. Mal consigo piscar direito.
Mal saí do quarto, e esbarrei com aquele assistente nanico dela. O pior chapéu do mundo, e ele anda todo empertigado como se fosse alguém. Graças ao meu probleminha, ele ainda acha que adoro ver aquela cara lisa todo dia. Esse cara achou engraçado o dia em que elogiei a mãe dele na cama, vai entender. Deve ser gay.
– Tem algo pra mim? Perguntei, no meio do meu esgar sorridente. Claro que eu estava pensando em uma garrafa de rum; as minhas temporadas de boa vida com ela precisavam ser amenizadas também, e o preço para isso é alto.
O desgraçado do baixinho estendeu uma bandeja de metal lustroso, com tampa. Ah, miserável!
– Tenho, respondeu ele, naquela vozinha aguda. E levantou a tampa.
Eu já sabia o que era antes de ver. Cinco cogumelos verdes. Cinco malditos cogumelos verdes! Olhei pela janela, já sabendo o que ia ver.
Uma galera do século XV, com um sistema de hélices no lugar de velas, e sobre o convés a refém mais saltitante do mundo, completamente desimpedida, olhando de volta para mim. Ao seu lado, aquele imbecil de cabelo pintado, olhos grandes, com uma pata imunda calmamente descansando na altura dos quadris dela. Ele estava bem satisfeito e risonho, e ao contrário do que ele fez comigo, as expressões do rosto dele podem mudar.
Ela gritava alguma coisa, mas nem com todo o barulho que aquela impossibilidade aerodinâmica fazia, poderia ser interpretado como um pedido de ajuda. Nem mesmo um babuíno bêbado entenderia aqueles gritos como outra coisa que não uma risada histérica.
Quando a nave manobrava para me deixar com vista para a popa, percebi meu próprio irmão, Luigi, esfregando o convés, perto do leme. Me lançou um olhar de desprezo.
Mamma mia, eles nem estão disfarçando dessa vez!

terça-feira, julho 07, 2009

Dia comum...

Voltei de férias hoje, tô vendo de novo aqueles clientes com impressora HP vindo pra loja...
Entram de boca aberta, braços caídos, olham diretamente para nosso display de cartuchos HP e comentam, desconsolados:
– Ah, vocês não vendem cartuchos não, né?
Nossa resposta é um gesto, eu e o Teo, o cara que trabalha comigo. Olhamos demoradamente para a parede que ele estava olhando até ele recomeçar. É aí que vem a coreografia:
– Eu tenho aquela impressora (braços estendidos, como se mostrasse um tamanho de pizza), aaaaa (braços mostrando uma altura) que tem o vidro em cima (braços mostrando uma distância) e o papel sai por baixo (mãos na frente da barriga em vai e vem, como se limpasse mesa)... Sabe qual é não?
A gente batizou esse tipo de cliente (super comum) de dono de impressora Menudo. Lembra, aquela coreografia dos garotos que faziam "canta, dança, sem paraaaaar..."? Pois é, eles são iguaizinhos.
Caralho, é tão difícil assim saber o seu próprio cartucho? Você mora na mesma casa que a impressora, sua besta? Aí a gente concentra, respira fundo...
– O senhor não saberia o modelo do cartucho?
É o mesmo que perguntar se ele já bateu um tanque de roupa.
– Vocês trabalham com isso e não sabem me ajudar?
Trabalhamos com isso? Amigo, cartomancia é na loja 219. A gente vende pro senhor a peça que o senhor pedir, de informática. Um de nós estende um cartão.
– Se o senhor puder ir pra casa ver qual o cartucho que o senhor precisa...
... e ter uma epifania religiosa no meio do caminho e ir morar no mato ...
– ... a gente pode te dizer a disponibilidade, o valor, e para não dar mais trabalho para o senhor, podemos também fazer a entrega do item.
Sentindo que essa etapa foi descartada, ele olha ao redor pela loja (boca aberta de novo) e lembra:
– Eu tô precisando de um cabo RGB pra áudio...
São esses momentos que me fazem ateu. Por mais sacana que Deus fosse, ele não pode estar rindo disso ainda. Cabo de vídeo, gente, entendam, eles têm nome. HDMI, RCA, VGA (ou DB15), RGB, DVI, Coaxial... E acima de tudo, o cabo de vídeo geralmente continua servindo pra vídeo quando chega do outro lado! Eu sei que sou nerd, faço parte de alguma seita secreta e domino informações muito obscuras, mas cacete! Leia a porra do manual, caralhoo!
Mais algumas frases perdidas e a gente descobre o que que ele queria de verdade: um cabo HDMI -- HDMI pro telão 42 polegadas que acabara de comprar.
– Sessenta reaaaais? Isso tudo?
O cara gasta cinco mil reais (ou mais) numa tela imensa e acha caro sessenta reais de cabo!
Assim correu o dia.
Tenha um bom dia você.

quinta-feira, maio 07, 2009

Sem Titulo ainda

Manso, manso, ele voltava pra loja. Ia naquele passo de que tudo era melhor que atravessar a rua. O sinal da Rio Branco ali na altura do Avenida Central ajudava, dando-lhe tempo para contemplar o derredor.
O meio-dia fazia seu trabalho, a luz do sol no grau máximo, e para dar uma idéia os inúmeros escapamentos conseguiam ser uma brisa mansa na canícula que, para Nelson Rodrigues, derreteria catedrais. Tempos daquele cronista da vida real, aqui e ali naquelas mesmas esquinas andando do e para o trabalho, ele e tantos outros, tomando um cafezinho e coletando silente o material para sua próxima lauda de ganha-pão.
Tempos de bonde aqueles, de ônibus soltando fumaça preta e de atuantes em todos os setores, ostentando suas atividades de peito aberto. Um Brasil para se fazer, parecia essa a diferença entre eles. Época de Nelson ainda se viam os vereadores passando lado a lado na rua. Ainda se valia a pena ter opinião sobre a vida, a política, o futebol.
Fred olhou para cima e mirou bem um anúncio gigantesco de celular. A modelo, com aquela cara de que estava curtindo de montão a vida. Tinha o plano certo e o aparelho certo para falar à vontade. E você que se dane.
Mas falar sobre o que, pensava Fred. Há ainda do que se falar nestes tempos esquisitos? O Brasil se governava sozinho, o que significa que o alto comando - aliás todo o comando - se trancou na cabine com o resto das provisões enquanto nós, a marujada, nos comandávamos uns aos outros sem na verdade comandar nada. Tentando ancorar em porto seguro, sem nem mesmo poder adivinhar que diabos era uma bujarrona, onde estava o tal sotavento e outros quetais para a direção e operação correta.
Se divertindo de leve com a metáfora, Fred pensava no quanto era triste um mundo sem rumo como o nosso. Não que sentisse falta dos generais que assolaram este país, isso ele não queria ver de volta, mas ao menos um líder que, nas piores situações, piscasse um olho para a câmera internacional. Como que dando ao brasileiro a sensação de que, se daquele evento não saísse uma solução, ele faria uma molecagem de gente grande com os mandões ao seu redor. Como tirar de dentro do paletó um bolinho de bacalhau e entregar para a rainha da Noruega, por exemplo.
O sinal fechou, abriu, e Fred constatou que ainda tinha quinze minutos de hora de almoço. Encostou ali no poste do sinal (como quererão os paulistas, o semáforo) e acendeu um cigarro. A vontade de voltar para a copiadora onde trabalhava era minúscula. Ao seu redor, tantas pessoas iam e voltavam, as mulheres com olhar determinado avançavam, nariz erguido, uma determinação no coração que era bonito de se ver. Aliás, as mulheres sempre eram bonitas de se ver, todas tinham para Fred uma beleza puramente sua. Já os homens, esses todos tinham uma cara de quem estava preso, mas logo ali adiante se escapava. Sim, era isso, os homens estavam todos e cada um procurando a saída, como quem terminou de assistir a um filme no cinema, a porta está logo ali, já saio. Os homens estavam apenas resistindo, e as mulheres tinham o mundo inteiro pela frente. E nenhuma delas precisava do Fred para abrir caminho.
Foi nisso que os raciocínios, aparentemente desencontrados, se fundiram. Nos tempos do Nelson, a mulher estava em casa esperando. Agora, os homens mantinham a posição para dar passagem às mulheres, e assim esta nau amotinada estava entrando no terceiro milênio. E as mulheres jamais dariam atenção para a porcaria da bujarrona.
Seu cigarro acabava, sua hora de almoço acabava, os gritos dos camelôs não acabavam nunca. O movimento ao seu redor se espraiava por quilômetros ao seu redor, o formigueiro carioca produzindo de tudo. Hora dele mesmo, Fred, entrar de volta no seu canto de concreto e fazer valer o seu butim.

A copiadora onde trabalhava também tinha um setor de impressões. Fred era, poucos meses atrás, operador de computador ali, e tratava os arquivos dos clientes para impressão. Vinha de tudo parar ali, os alienados, os determinados, os chorões, os mandões, todos tinham um arquivo para imprimir imediatamente ali. Sem perder um minuto sequer.
Tinha se esforçado para mudar de posição, queria fazer atendimento. Era bom em lidar com pessoas, e o atendimento pegava-as ali frescas, começava a entender a situação delas, dava tratos à bola, e passava adiante para a computação. O fascinante para ele era o imprevisível da função. O cliente chegava com todo o espectro humano de emoções naquele balcão. E o atendimento lá, compassivo, sorridente quando adequado, pondo-lhe em outro ritmo mais fácil de se lidar, ajudando com os termos certos e com os prazos necessários para se fazer os trabalhos.
Não que Fred fosse o modelo gentil de atendimento sempre apto a ajudar. Isso, nem sempre ele era, principalmente porque depois de assumir o cargo, foi obrigado a se vestir usando gravata, camisa social, sapatos e o salário aumentou apenas cinco por cento. E deveria estar o dia inteiro de pé. Se já tivesse tido sua tão desejada filha, provisoriamente chamada de Valkíria nos reinos da sua imaginação, poderia comprar quatro pacotes a mais de fralda descartável para ela com esse reajuste.
Chegando na loja, pensou na provável Valkíria. "Nem tão provável assim, na verdade", corrigiu-se. Ainda precisava de uma namorada para fazê-la, no mínimo. Teve a namorada entre os dedos, parecia mesmo ser a lendária mulher ideal, aquela tal que contracenava com tantos mocinhos em tantos filmes. Que fazia "uops" na hora de ser engraçada, entendia as maluquices da vida e tantas outras coisas que fariam sentido apenas na mulher ideal. E era bonita e inteligente, também. Massivamente inteligente. Mas a namorada, depois de bastante impressionada com a prodigalidade com que ele torrava sem reservas seu cartão de crédito, deixou bem claro que não ia ter Valkíria nenhuma em seu futuro com ela. Nem Godofredo, nem mesmo um Rogério ou uma Renata. Ela era determinada a não engravidar, que ainda tinha muito o que fazer nessa vida.
Fred pensava nesses fatos com boa parte do cérebro, enquanto mãos, olhos, boca e pernas eram coordenados por um piloto automático desenvolvido para dias que passavam devagar. Com uma jornada de nove horas em pé praticamente o tempo todo, isso significava qualquer dia. Atendia, dava entrada aos trabalhos, tinha até mesmo uma ou duas piadas automáticas no seu arsenal. E pensava.
Estava agora, portanto, com uma dívida de uns seis meses de trabalho em dois cartões. E gastara esse dinheiro todo em jantares, motéis, agrados. Com ela. A paquerinha que sabia fazer passavelmente bem, mancadas incluídas no pacote. E a moça parecia, nestes últimos tempos, indicar que o melhor dele já passara. Que ele era apenas o suficiente, por enquanto.
- Senhor Fred, atenção ao balcão!
Esses comandos estilo sargento da tropa eram do gerente, Eduardo, uma mistura meio esquizofrênica de chefe exigente e amigo descontraído nos momentos de menos serviço. Davam a todo o trabalho o tom exato de se trabalhar num barco, vindo mesmo daí os raciocínios navais que há pouco tempo ele tentava associar ao país.
Realmente, o balcão demandava um pouco mais de atenção. Fred voltou ao modo consciente.

segunda-feira, agosto 25, 2008

Vote no que precisa, mais nada

Nessa época maravilhosa em que vivemos, em que todos podemos falar sempre, mas nem sempre ter público... Escolha o seu candidato.
Mas pense bem, eu sei que o jargão é óbvio. Mas pense mesmo.
Político não é vegetal, a cara mais bonita não deve ir pra sua casa. Todo mundo que se candidata reforça um ponto fraco, e os mais arrumadinhos são aqueles que não sabem casar um par de meia. Político que usa terno completo no Rio de Janeiro, por exemplo, não anda na rua, que se andasse tava de cuecas nesse calor. E chupando um Chicabon, com certeza.
Político que aparece de camisa de manga dobrada, tá querendo mostrar que trabalha. E não trabalha, veja o Lula na campanha dele.
Político com site é coisa moderninha, bacana, mas domínio .COM.BR, é pra comércio. Veja por exemplo o candidato a presidente dos Estados Unidos, o esquerda liberal multicolorido Barack Hussein Obama (www.barackobama.com). E pelamordedeus, criem juízo de divulgar na porcaria do site sua plataforma em arquivo PDF e HTML.
Animação computadorizada na propaganda gasta tempo, e se pra voce isso parece ruim, pra eles é ótimo. São 4-5 segundos mostrando o que precisam (numero do candidato, partido, nome) sem apresentar proposta.
Candidato que vai reformar tudo, saude, educação, transporte, máquina estatal, praga de sogra, não vai fazer nada.
Candidato indicado por político de maior calibre não tem proposta nenhuma. Vai se dar bem com os amigos.
Pronto, minha paciencia de falar disso acabou... até outro dia.

sexta-feira, agosto 15, 2008

Mocreatina e Bruacalase - e sua atuação na produção de gosmo


Uma portadora de excessiva quantidade de mocreatina se apresenta no "Bulgarian Idol", cantando Ken Lee, canção atribuída à Mariah Carey[1], aparentemente com letra de Fred Flintstone. Note o olhar fixo, a atitude convicta e o porte "geladeira" da paciente.

Uma visão objetiva
A mocreatina e a bruacalase são substâncias hipotéticas, presentes especialmente em seres humanos. É possível detectar os efeitos de cada uma delas, apenas observando o paciente. Felizmente, não é necessário despir para realizar o exame.
Ocorre muita confusão no meio leigo sobre os efeitos das duas substâncias. Principalmente pelo fato de que muitos pacientes possuem altas taxas de ambas, mas ignora-se a possibilidade do paciente apresentar taxas sob controle de uma, e a outra se encontrar em altos patamares.
O vídeo acima apresenta uma paciente portadora de níveis incontroláveis de mocreatina. A saturação foi tão elevada que neutralizou mesmo as altas doses de Simancol aplicadas. Durante a crise, a paciente conseguiu eliminar as barreiras de auto-julgamento, tendo tempo inclusive para se inscrever no programa de televisão, se maquiar e vestir para o evento e, sem o menor receio das consequências, atacar centenas de pessoas ao mesmo tempo.
Todo o quadro corresponde a um surto consistente de mocreatina, que já se documentou capaz de atacar o paciente durante semanas seguidas sem sinal de diminuição dos efeitos. Algumas características, entretanto, indicam a lenta ação da bruacalase: o porte físico, o cabelo em forma de "fritada de esterco", e a gordura de papada.
Suas causas e efeitos
A produção de mocreatina parece ser de origem congênita, enquanto que a bruacalase, mesmo que às vezes se manifestando na pré-adolescência, é adquirida pelo convívio social e a incapacidade do indivíduo de lidar com tal convívio.
Entende-se que cada indivíduo tenha uma versão particular do mundo, guiada pelas percepções captadas per se; entretanto, um indivíduo acometido de um surto de bruacalase percebe-se como único agente deste mundo, negando a qualquer outro indivíduo capacidade de discernimento à altura. O bruacalítico crônico julga o tecido social ao redor rapidamente, em geral de maneira a agredir esse mesmo tecido no processo, de maneira irreversível.
O perfil de atuação do bruacalítico gera vocação em diversas áreas atribuídas ao contato social direto, o que nos permite encontrar pacientes para pesquisa em setores muito específicos:
  • órgãos do governo;
  • polícia militar;
  • bancários;
  • chefias em geral.
É importante mencionar que as causas para elevação das taxas, tanto de bruacalase como de mocreatina, entre outros agentes complementares na produção de gosmo, são de origem humana, e essa teoria encontrará comprovação neste estudo. Evidências falhas de que a bruacalase é de origem extraterrestre serão analisadas e refutadas devidamente neste mesmo trabalho.

[1] Verificou-se mais tarde, que na verdade o termo Ken Lee atribui-se a uma obscura arte marcial, desenvolvida pelo obscuro mestre Charles Chap-lee e seu discípulo Jet Li: seus ataques combinam diálogos mal interpretados e roldanas invisíveis (in Ashton & Tate, Rick Astley and the last Dragon: Foretold tales about the emptyness of modern human being and their behaviors on a bathtub - 1975).

sexta-feira, julho 18, 2008

Quadrinhos

É impressionante como o mundo dos quadrinhos tem a perder com o cinema.
Alan Moore - O homem repleto de idéias, o mais sacaneado roteirista dos quadrinhos... Monstro do Pântano, Constantine, A Liga Extraordinária, V de Vingança, Do Inferno, e deve ter mais uma porrada que eu não lembro. Mas em 2009 essa lista vai crescer: Watchmen está saindo.
Todos esses títulos se referem a filmes gerados a partir de roteiros de quadrinhos do Alan Moore.
Cada vez que ele, o homem, o mito, a lenda, escreveu alguma coisa para quadrinhos, uma legião estrangeira se mobilizava para as bancas para saborear as pérolas que se encontram em cada página. A linguagem é baseada muitas vezes na realidade das ações: grunhido é grunhido, por exemplo, e não um balãozinho "tenho que me recuperar..."
Sem mencionar que Moore sempre contava, especialmente, com o caráter humano para retratar os heróis. Em Watchmen, por exemplo, o grupo de super-heróis só tem dois personagens extraordinários. O público acostumado a ver supers em cada esquina demora pra se tocar, mas apenas dois personagens possuem superpoderes de verdade em toda a saga. O resto, como até mesmo um deles assume, é só "um bando de desocupados em roupas esquisitas".
O ponto é, ao ver a admirável Silk Spectre escapando de uma explosão, eu pude entender desde aqui, do trailer, que é só mais uma Liga Extraordinária (com tudo de ruim que veio disso, a se ver do filme...).
Depois eu tento continuar esse post, ainda temos Frank Miller pra comentar.

terça-feira, julho 08, 2008

Think Geek

Sempre podemos ter um momento de inspiração... e o pessoal da Think Geek traz para você um catálogo de posters motivadores para esses momentos de indecisão.
Claro, funcionam muito melhor quando você não precisa de uma foto bonita e uma frase espertinha embaixo...
Mas não fique amuado pensando que a ThinkGeek só faz produtos pra sacanear os outros. Eles trabalham bem direitinho também, abordando os acessórios do mundo geek.
Para mostrar que o pessoal não está (só) brincando, temos aqui esse acessório indispensável e único: um hub USB que também distribui fita adesiva!
Ou ainda, para todas as situações em que você precisar informar e aderir as informações básicas: Uma fita com um painel digital!

sexta-feira, julho 04, 2008

Microsoft libera sistema operacional para download

O Singularity foi desenvolvido do zero por um grupo de pesquisa da Microsoft, que começou a trabalhar nele em 2003. Como não havia a obrigação de o sistema ser compatível com o Windows, o grupo teve bastante liberdade para inovar. Foi escrito quase totalmente numa versão estendida da linguagem C#. A Microsoft diz que o objetivo do projeto é criar novas tecnologias em linguagens de programação, compiladores e ferramentas.
O projeto envolve, também, alguma experimentação com arquitetura. Quase todos os sistemas operacionais atuais - incluindo Linux, Unix, Mac OS e Windows - têm sua arquitetura básica derivada do Multics, criado nos anos 60. O Singularity segue um modelo diferente. Segundo a Microsoft, cada aplicativo, driver de dispositivo ou componente do sistema roda num processo isolado por software, ou SIP. O sistema não permite que os SIPs compartilhem memória ou modifiquem seu próprio código. A comunicação entre SIPs é feita por um sistema de mensagens. O resultado, ao menos na teoria, é uma plataforma mais robusta e segura que o Windows.
O pacote que está disponível para download desde março é o RDK, kit de desenvolvimento e pesquisa. Ele inclui código-fonte, material informativo e ferramentas de compilação e teste. Está liberado para uso educacional, não comercial. Naturalmente, o Singularity não tem utilidade prática no momento, já que não existem aplicativos para ele. Além disso, não há interface gráfica e o suporte a dispositivos de hardware é bastante restrito. O software serve basicamente para estudo e pesquisa. Mas é razoável supor que a Microsoft esteja usando essa plataforma para desenvolver e testar tecnologias que poderão estar em futuras versões do Windows.

Atualização

 Na última vez que escrevi neste blog, estava me despedindo de Denise. Uma vida inteira pensando se poderíamos ficar juntos, e o tempo que t...